
Esses inquietos ventos andarilhos . . .
Uma formiguinha atravessa, em
diagonal, a página ainda em branco.
Nos fios telegráfos pousaram uma,
duas, três, quatro andorinhas.
O sonho devora os sapatos, os pés, a
cama, o tempo.
O fim do cigarro, tem uma tristeza
de fim-de-linha . . .
-
Nenhum comentário:
Postar um comentário